Divulgação Livros e Autores

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Livro IfantilJuvenil A RAINHA SARACURA E O SAPO CONSELHEIRO

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Da mente... a verdade Mentira


Ah, poesias,
Lembranças, mentiras que guardo em mim
Palavras que correm em espaços-
... Lúdicos sonhos,
a construir a poesia.

Se, verdades ou mentiras,
Em pautas lá estão
Na visão da ilusão,
Juntos alma e coração.

Sem estes aonde iríamos
Ancorar os segredos...

Anna Ribeiro.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!!!

Amigos Seguidores e todos que por aqui passaram ou passarem desejo um
                                                                 NATAL de AMOR e PAZ!!!

Agradecimento

Ao Projeto Social VaeBrasil tendo como Presidente a poeta Léa Lu expresso meu agradecimento por me conferir á honra deste certificado, Com carinho meu abraço amigo.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Excluidos da Sorte

                                                                                               Pintura a Dedo


Como negar
Familia a mendigar,
pão, esmola ou consolar?!
Mão estendida,
Mãe; De seus filhos, dor da fome.

Olhar sem brilho.
Multidão que vai e vem...
Como entender?!
Crianças de pés trincados

Mendigando compaixão!
Bocas que imploram,
Porque?!
Excluidos da sorte ou da Fé.

Anna Ribeiro

***

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Certificado de Amizade

A equipe de VaeBrasil meu agradecimento pelo carinho
do Belo Cerfificado que muito me honrou!
A todos um grande e fraternal abraço.
Anna Ribeiro.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fonte da Alma

Se tens sede
Procure todas as fontes,
Toma a tua porção
Rio abaixo ou rio acima,
Faz da tua vida rotineira uma corredeira de novos rumos.
Junte todas as flores do barranco
arrume em um apanhados de novas esperanças.
No trinar da passarada,
no revoar das borboletas, no vento que sopra o
perfume do campo, perceba o sopro da vida!
Extravase teus sentimentos.
Quem sabe; escreva um poema.
Recrie novas inspiraçõs,
Coloque em pratica,
O recriar de um novo amanhecer.







sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sonhos em Redoma

                                                           Nesta mudança de olhar
                                                           Do meu alprendre envidraçado
                                                                ainda que...
Alma em redoma de vidro

                                                       
                                                            Posso admirar o pôr do Sol
                                                           Enquanto revoam a passarada
                                                           Também o  vento passa alvoroçado!             
                                                           Tantas, tantas são as tardes,

                                                           Como as noites de luar!
                                                           Neste tempo de lembranças
                                                           Da poesia que não rima

                                                           Como não poderia deixar de ser;
                                                           Neste outono de prazeres,
                                                           Em sonhos de outrora
                                                           o perfume em doce Saudade!

                                                                              Anna Ribeiro.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

...Em Fuga

Em dormentes trilhos,
Já antigos...
Versos de amor
Passa na janela do trem
A difusa paisagem da saudade!

Viajando em estação...Outono
Na bagagem lembranças e sonhos
Cansada; cerra as palpebras
Mas; pelos corredores do vagão,
 
Ventos a uivar.
Das folhas ao vento; 
Esconde-se; o ontem...
Olhando em volta; vazio

Deixou escapar um suspiro!
Nesta viagem do tempo!/ Se antes declarada
Hoje não haveria o momento sentido.
 
Anna Ribeiro.


 

domingo, 18 de setembro de 2011

Alma

                                                                                     imagem da net


No ajuste do tempo
Uma roda de lembranças
minha alma na entrelinhas
deita em versos...
Em mim
Na memória do tempo
Tu és na fantasia
o meu maior segredo...
Sem perceber
Num tempo  incerto,
em poemas dispersos
No silêncio da loucura!
Olhar ausente...
Vidas
...No tic-tac do relogio, o eterno
dos que nunca morrem
Extrvasando meu coração
seria ir mais além...

Anna Ribeiro

.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ais do Fingimento


               Terra úmida, poça d'agua, recordação
  Cada outono uma lembrança.
que guardo sem precisão.
          Quando no peito a angustia ferve

                                                                  Na mente imaginária
                                                                  Busco a fantasia...
                                                                  Nesta, sinto a suave brisa
                                                                  Que traz o cheiro da saudade!
                                                                   
                                                                   Mas... nos ais do coração,
                                                                   Cai por terra a fantasia
                                                                   Restando as labias
                                                                    do teu fingimento.

                                                                                                   Anna Ribeiro
                                                                   

Conto Minimalista

Que palavras a consolar, para dor de um coração magPor uma ausência, morria a cada dia.
                Em momentos, o desejo por horas infinitas em reverso tão submersas eternas aprisionadas saudades.
                Assim... Deixa-se levar vivendo a felicidade do passado.
                Em tênue cortina de ilusão enterlinhas literarias,
                Como numa plateia o devaneio da escritora foi tão somente ouvir.
                No rabiscar, não houve o bravo dos aplausos
                O papel foi jogado num canto qualquer...

                                                                                      * Anna Ribeiro

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Janela do Passado (Transcendental)


Retratado em sépia... As folhas.
Hoje; Não como ontem.
Em diário sem traços e linhas
Diferenças?! ou tudo que antes não via.

Do amor, em memória nem uma silaba.
Em tempo...
Contra o vento as folhas
 Passam de trás para frente.

Apagaram-se os poemas da ilusão.
Como folhas de outono,
livres jogadas ao acaso da saudade.

Anna Ribeiro

***

A Mercê ( indriso)


Linhas, entrelinhas...
Traços que permanecerão
Tal você que amanhece em mim

Recito em prosa e versos,
A arte deste amar!

Em apogeu... Delirio!
Saudade de Você.

Anna Ribeiro

***





Por Juras e Sonhos

                                                 Tela Contemporanêa

Da rosa vermelha
O ardente rubro amor
Dos instantes e juras...
Lembranças ainda respiram.

Posso sentir aromas
De pronto, perfume e paixão!
Por desejos... grita a alma.
Acalentando sonhos infinitos!

A noite chega.
Abrigando fantasias,
Em travesseiros de saudade.

Anna Ribeiro.

***

Acariciando a Saudade

Indriso

Livre em pensamentos...
Ja disse em outras linhas,
Minha poesia ri.

Por vezes... gargalha!
...Refazendo a alma.
Hoje busco silêncio!

Não tenho tristeza!

Apenas me agrada ficar na saudade.

Anna Ribeiro.

***

terça-feira, 12 de julho de 2011

Prosa Poetica

Das Vezes

De tudo que vivi, neste outono ... Tem coisas que inventei
Mas... Prefiro voltar no tempo , dizendo da infancia.
...Que deitada a beira do ribeirão  sonhava acordada.
Enquanto a mimosa plantinha dormideira dormia.
Do Chorão o vento trazia choramingos,

Minha alma enebriada ficou a beira daquele ribeirão.
Dos sonhos que inventei ou vivi...
Hoje nas folhas secas, 
 Sinto deste outono saudades dos anos que correram velozes.

Ainda assim neste tempo que me enternecem,
recordo a criança que de pés descalça brincava na fina areia.

Nos dias da vida real, risos dos sonhos de outrora,
Do que escrevi, esqueci a brincadeira...
A menina ficou na Berlinda.

Anna Ribeiro.

Trovas

Agora Outono
Outro tempo...
Quero sementes sem dono
Brotando em novo tempo.

            ***
O tempo meus olhos embaçam
Hoje todos os ais...
Em dias que avamçam
Penso não ver- te jamais.

            ***
A cada instante que avança
Não ficarei sem teu olhar
Se teus olhos embaçam
Venha logo me abraçar

          ***
Da janela estilhaçada
Ainda vejo a aurora,
Assim abraçada,
Na desordem que ali aflora.

           ***
Flores sem perfume,
Mesmo que amor
Enxugando queixume
Alvoroçando o ciume.

           ***
Nesta minha vida
Quando a saudade invade
Não tem outra saida
Restando a solidão da tarde.

          Anna Ribeiro.




                                                               

Alem das Janelas

Em caminhos certos, como incertos
Tal como abismo, não imagináveis,
Como nos sonhos vai caindo lentamente...
Neste caminho estranho, vê paredes sem janelas

Um espaço de começo sem fim...
Reluz o fio prata na cabeça de anjo.
Ainda inerte ... Sonhos sem cores de sentimentos,
Nas embaralhadas turvas lembranças.

Em evidências sensíveis,
Percebeu estar alem da linha da compreensão...

De alma sem corpo,
Partiste sem despedir.

                         . Anna Ribeiro

sábado, 9 de julho de 2011

Cartão Poema

Poema / Anna Ribeiro

Cartão Poema

Arte / Neyde
Poema / Anna Ribeiro

Poema

A Nossa Senhora Aparecida

De minha Fé


Faço um poema
Das minhas palavras,
A nossa oração.

 A Nossa Senhora Aparecida,
Em respeito de joelhos,
Agradeço por graça alcançada.
Vida
Famìlia

Rogai Senhora!
Mais uma vez, Dou Graças!
Assim na terra como no céu,
Vestida com seu manto azul,

Ó Mãe compadecida aos nossos males,
Interceda ao Pai por nós os pecadores,
Para que sejamos abençoados,
Assim na vida como na morte.
Amém! 

Anna Ribeiro

segunda-feira, 6 de junho de 2011

CONTO-

TARDE EM DESALINHO

                          Anna Ribeiro


Era um outono nublado, uma tarde propicia para um chà... Pensava terminar aquele conto que não conseguia desembaraçar.
Mas... decidiu sair, caminhar pelas ruas.
Quem sabe as inspirações brotariam em seu coração ou seria mente?
Enfim, desceu os degraus da escadaria de seu predio, ja na calçada, passa por ela um homem de aparência descuidada, olhar duro, se não houvesse dado um passo para trás por pouco não teria lhe dado um esbarrão, que alias pareceu nem perceber.

Disfardamente seguiu-o com os olhos, viu dirigir-se ao ponto de ônibus, que decidindo ir ao orelhão, deu meia volta,
Pode então observar que tinha a tez e olhos amarelados, caracteriscas de alcolismo.
Usava um casaco muito gasto, calça com remendos, sandálias rotas, cabelos castanhos desalinhados, barba falha, nas costas uma mochila encardida.
Não somente pela aparência, também pelos gestos rudes parecia carregar espectros do mau...
Sentiu arrepios.

Percebeu no rosto dele a dor do telefonema não atendido .
Mão no peito, na vidraça dos olhos esmaecidos uma lagrima que não conseguiu conter... Passou a manga do roto casaco nos olhos, suspirou!

Olhou para o ônibus que se aproximava, jogou o toco do cigarro no chão, sem erguer a cabeça entrou no ônibus...
Na rua um vento gélido bateu em seu rosto, sentiu uma tristeza... Puxou o ziper do agasalho, olhou em volta, viu na calçada as folhas mortas rolarem ao meio fio...
Como as folhas,  predestinada em passos lentos continua seu caminhar.


                                                             
                                                                                  

domingo, 5 de junho de 2011

Aldravia

* ESPERA

Silencio
Dobrado
Contnuo
Chorando
Meu
Destino

    ***
                                                                                                                                   ***
* POESIA  - Nº2

Letras
Rabiscadas
Tortas
Riscadas
Cairam
Saudades

    ***
* SONHOS - Nº3

Depositei
Ilusões
Restou
Apenas
Saudades
Sonhadas

*SIMPLESMETE - Nº4

Aldravia
Meu
Novo
Verso
Que
Reverso

   ***
  
*ROSAS - Nº 5

Na
Tela
Poeticas
Rosas
Minha
Inspiração

    ***
*DORMIDEIRAS _ N°6

Pudicas
Mimosas
Dormem
Onde
Nasce
Ribeirão

  ***

Versos Familia do Coração

Poemas versos...
Que perfume tem?
Meu tem saudade
Com aroma de outono

Mas também tem,
Amor, cravo e rosa.

Tem sim senhor!
Os botões de minha vida,
Todos com Mil Alegrias!

Entrelnhas e metaforas
De verdade ou de mentira

 Sentimentos do dia a dia
Tudo costurado em linhas...
Dos versos; Familía do coração.

           Anna Ribeiro.